Educar é ajudar o outro na construção da sua identidade, do seu caminho pessoal e profissional.
O aprendizado se faz através das coisas, das pessoas e das idéias que vemos, ouvimos, sentimos, tocamos, experimentamos, lemos, compartilhamos e sonhamos. Aprendemos na família, na escola, no trabalho, no lazer.
O educando deve ser o agente do processo. Ouvir, copiar e repetir dará lugar a questionamentos, procura de respostas e soluções para situações concretas e de sua vivência. O incentivo será para que as atividades sejam, preferencialmente, coletivas e em grupo onde a cooperação substituirá a competição e o individualismo, para que a convivência social e a solidariedade sejam praticadas.
O professor ao invés de informador será o animador e o aluno ao invés de ouvinte será o pesquisador. O educador deve despertar no aluno a importância da curiosidade, a curiosidade domada leva o aluno a memorizar o objetivo e não ao aprendizado real. Para o aluno produzir o conhecimento, ele deve estar inserido no exercício da curiosidade, na capacidade crítica do objetivo, de observá-lo. É necessário que professor e aluno mantenham um diálogo aberto, que sejam curiosos, indagadores e não passivos enquanto fala ou ouve.
Aula-pesquisa, onde professor motiva, incentiva, dá os primeiros passos para sensibilizar o aluno para o valor do que vamos fazer, para a importância da participação do aluno neste processo. Aluno motivado e com participação ativa avança mais, facilita todo o nosso trabalho.
Com as novas tecnologias na educação amplia-se o espaço de aprendizagem que extrapola o da sala de aula. É preciso valorizar mais a busca, numa forma democrática de pesquisa e de comunicação que os resultados prontos.
Uma educação de qualidade pressupõe hoje uma organização inovadora, aberta e dinâmica, com um projeto pedagógico participativo.

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